O bilionário russo Oleg Tinkov chicoteou a guerra “absurda” da Rússia na Ucrânia

O ex-banqueiro, que mora no exterior, garantiu que 90% dos russos são contra a guerra, e afirmou que o russo é um “exército de bosta”. Ele foi um dos sancionados pelo Reino Unido

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FILE PHOTO: Russian business tycoon
FILE PHOTO: Russian business tycoon Oleg Tinkov attends a session of the St. Petersburg International Economic Forum (SPIEF), Russia, June 7, 2019. REUTERS/Maxim Shemetov/File Photo

O bilionário russo Oleg Tinkov atacou na terça-feira a guerra “absurda” da Rússia na Ucrânia e pediu aos países ocidentais que ajudem a acabar com o “massacre”.

“Os empreendedores tentam salvar o que sobrou de seus ativos... Claro, existem subnormais que desenham o símbolo Z da operação militar especial - mas subnormais existem 10% em cada país. 90% dos russos são CONTRA essa guerra”, disse Tinkov, 54 anos, no Instagram, ressaltando que vê “NENHUM benefício dessa guerra absurda” em que “pessoas inocentes (civis) e soldados morrem”.

Ele também ironizou com o estado do Exército Russo durante a atual “operação militar especial”, assegurando que “acordando de ressaca, os generais perceberam que têm um exército ruim”, acrescentando: “E como o exército pode ser bom, se tudo o mais no país é uma porcaria imerso em nepotismo e servilismo?”.

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Esta é uma das críticas mais fortes emitidas por um empresário russo à ofensiva contra a Ucrânia em 24 de fevereiro. Outros oligarcas russos criticaram a intervenção russa na Ucrânia, mas poucos foram tão duros quanto Tinkov, com exceção de Mikhail Khodorkovsky, que cumpriu dez anos de prisão por confrontar o chefe do Kremlin e agora residir na Europa.

Segundo o magnata, que deixou o cargo de presidente geral do banco Tinkoff em 2020, os funcionários do Kremlin estão “em choque” porque eles e seus filhos não podem mais sair de férias para o Mediterrâneo, devido às sanções ocidentais impostas à Rússia devido ao conflito na Ucrânia.

O próprio Tinkov está sujeito a sanções adotadas pelo governo britânico.

Por todas estas razões, Tinkov apelou ao Ocidente em inglês para “dar ao senhor Putin uma saída clara para salvar seu rosto e parar este massacre”.

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“Por favor, seja mais racional e humanitário”, insistiu o fundador do Tinkoff Bank, o segundo maior emissor de cartão de crédito da Rússia.

Por sua vez, o Tinkoff Bank divulgou um comunicado afirmando que não quer comentar a “opinião pessoal” de Tinkov e lembra que o bilionário não toma mais decisões sobre as operações das empresas da marca Tinkoff.

“Ele não é funcionário da Tinkoff, não está na Rússia há muito tempo e lida com seus problemas de saúde nos últimos anos”, diz o comunicado.

(Com informações da AFP e da EFE)

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