
As remessas enviadas ao México durante os dois primeiros meses do ano aumentaram significativamente, já que o país recebeu US $7,841 bilhões, o que representa um aumento de 21,4%, em comparação com US $6,458 bilhões no mesmo período do ano passado, informou sexta-feira o Banco do México (Banxico).
De acordo com o banco central, nos dois primeiros meses de 2022, a remessa individual média foi de 373 dólares, superior a US $347 nos mesmos dois meses de 2021 e o número de transações aumentou de 18,62 milhões para quase 21,03 milhões, a maioria delas transferências eletrônicas.
Em fevereiro, o valor das remessas foi de $3,91 bilhões, 23,3% a mais que os $3,171 bilhões no mesmo mês de 2021.

O valor foi ligeiramente inferior a 3,931 bilhões de dólares em janeiro.
O aumento substancial das remessas continua com a tendência de alta marcada desde março de 2020, quando no início da pandemia do coronavírus o valor de 4 bilhões de dólares recebidos foi excedido pela primeira vez.

O México somou um total de US $51,594 bilhões em remessas em 2021, um número recorde que representou um aumento de 27,06% em relação a 2020, quando atingiu US $40.605 milhões.
Em meio à pandemia de COVID-19, o volume de remessas em 2020 representou um aumento de 11,4% em comparação com 36.438 milhões de dólares em 2019.
O presidente Andrés Manuel López Obrador agradeceu repetidamente aos 38 milhões de mexicanos nos Estados Unidos, a quem descreve como “heróis”, estimando que suas remessas beneficiem quase 10 milhões de famílias pobres.
Esse dinheiro, que vem principalmente de migrantes mexicanos que vivem nos Estados Unidos, representa a segunda maior fonte de divisas do México, depois das exportações automotivas.

Por esse motivo, o Governo do México está confiante de que as remessas ajudarão a elevar a economia do país, que registrou uma contração de 8,2% em 2020.
Em 1995, o primeiro ano em que o Banco do México oferece resultados, as remessas totalizaram US $3,672 bilhões (ajustadas à taxa de câmbio atual).
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi), a economia mexicana cresceu 4,8% em 2021, um valor abaixo dos 6% esperados pelo governo.
Mas, por outro lado, a alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no país continua subindo. De acordo com o relatório Inegi divulgado em 9 de março, a inflação ficou em 7,28% em fevereiro, afetando os consumidores mexicanos principalmente em um aumento no preço de combustíveis como gás liquefeito, gasolina de baixa octanagem e produtos como carne bovina e limão.

Os produtos que exerceram maior pressão inflacionária devido ao aumento de seus preços foram o gás LP, com 5,70%; carne bovina 1,40% e frango 3,61%, gasolina de baixa octanagem subiu 1,05%; e limão 15,21%, este último se tornando um dos produtos que mais causou desconforto entre os mexicanos devido à seu alto preço.
Em contraste, alguns produtos tiveram uma redução de preço nas últimas semanas foram tomate, pimenta poblano, tomate verde, abóbora e batata.
Com informações da EFE
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