
Durante 2021, as queixas de abuso de autoridade por parte das autoridades mexicanas em relação aos colombianos aumentaram significativamente. Os cidadãos, por meio das redes sociais e da mídia, comentaram como, por sua nacionalidade, ficaram trancados em escritórios por dias e questionados, além disso, não lhes deram garantias alimentares ou idéias para o banheiro.
Portanto, após dificuldades e reclamações, o Ministério das Relações Exteriores da Colômbia informou sobre alguns desenvolvimentos que devem ser levados em consideração ao viajar para o México, pois, para evitar os inconvenientes sofridos por alguns colombianos em território mexicano, um sistema de registro eletrônico anterior começar a ser implementado a partir de 1º de abril.
“Graças à administração da vice-presidente e ministra das Relações Exteriores Marta Lucía Ramírez, que há seis meses pediu ao seu homólogo mexicano, Marcelo Ebrard, que estabelecesse um procedimento preliminar que permitisse aos colombianos evitar serem inadmissíveis pelas autoridades de imigração do país asteca, a partir de abril 1, a operar um sistema eletrônico de pré-registro”, disse a instituição.
De acordo com as informações, os países decidiram chegar a um acordo porque muitos viajantes perderam não apenas suas passagens, mas o pagamento da estadia e outros investimentos que haviam feito.
“Dessa forma, evitamos que o que aconteceu durante o último ano e meio aconteça e é que, quando chegam ao México, não são admitidos, perdem o pacote de hotel, os ingressos e todo o esforço que as famílias fizeram para passar alguns dias de turismo no México”, explicou o vice presidente e ministro das Relações Exteriores.
Para preencher o requisito, os interessados em ir ao país asteca devem preencher um formulário que estará disponível no site do Instituto Nacional de Migração do México (Inami). No formato, os colombianos terão que responder a perguntas biográficas relacionadas à viagem e estadia, entre outras, além de anexar alguns documentos.
Depois de concluir todo o processo na plataforma, os colombianos receberão um código QR, que devem apresentar à companhia aérea com a qual estão viajando para permitir que embarquem no avião. Ainda mais tarde, as companhias aéreas terão que incluí-lo como parte dos requisitos fundamentais para o viajante.
Lembre-se de que, além do formulário na entrada no México, outros requisitos são: passagem de volta, reserva de hotel ou detalhes das pessoas que os hospedarão, bem como a capacidade econômica de pagar por sua estadia.
Algumas alegações de colombianos agredidos no aeroporto Benito Juárez, no México
Em março de 2021, 24 cidadãos informaram que, ao chegarem ao país norte-americano, foram detidos no aeroporto Benito Juárez sob o argumento “do direito soberano que todos os países têm” e não foram autorizados a entrar no país e os devolveram sem qualquer explicação.
O mesmo aconteceu com Andrés Leonardo Daza, um colombiano de 25 anos que, ao chegar ao aeroporto Benito Juárez, foi interceptado por duas mulheres, trabalhadoras migrantes.
O santandereano foi obrigado a dar-lhes seu passaporte, um documento que as mulheres verificaram minuciosamente e depois o removeram da fila e o removeram dos outros viajantes. De acordo com Andrés Leonardo, seus papéis estavam em ordem, e não havia motivo para ser removido, no entanto, ele garantiu que concordou em sair com as mulheres que o exigiam. Ele assumiu que este era um processo regular com o qual ele tinha que colaborar.
O jovem foi levado para uma sala, onde outras oito pessoas estavam. Lá, ele foi proibido de usar o celular, ordenado a preencher um formulário. Leonardo teve que esperar naquela sala enquanto era chamado para interrogatório.
Andrés Leonardo recebeu uma ligação de um dos funcionários da migração, que começou a fazer várias perguntas sobre sua vida pessoal e suas razões para estar no México, às quais Leonardo respondeu sem objeções. O jovem disse ao El Tiempo que não havia motivos justificáveis para que ele fosse interrogado por cerca de 20 minutos pelas autoridades, e que não encontrou motivos para o funcionário verificar seu celular.
Apesar de Andrés considerar que havia saído bem de lá, o funcionário decidiu recusar-lhe a entrada no México porque, segundo ele, o colombiano não atendia aos requisitos necessários. A partir desse ponto da história, Andrés conta ao jornal colombiano, a situação se tornou violenta e desumana.
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